Vidas, palavras, ideias e coisas - de dias e de noites - em ambiente (geralmente) citadino
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segunda-feira, janeiro 14

Boas Sapatadas



A empresa botaminuto lançou uma campanha de solidariedade a nível nacional, com duração até 15 de Fevereiro, promovendo a responsabilidade social sob o lema "Ofereça um sapato, receba um sorriso".

Esta acção visa fazer a recolha, após a época natalícia, de calçado em bom estado para posteriormente o distribuir por instituições necessitadas. A iniciativa envolve o Lions Club (que será responsável pela escolha das instituições e consequentemente acompanhamento) e a GLS (que se encarregará da recolha e entrega dos sapatos).

Mais informações sobre a campanha podem ser encontradas aqui.
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quinta-feira, novembro 22

Amor de Mãos

Pois é, não me canso de "promover" as aplicações de feltro de Nisa, forma de artesanato única no país. Quanto mais o Natal se aprochega, mais apetece ir até à notável vila alentejana e "despachar", por ali, uma série de ofertas...





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segunda-feira, setembro 10

Ti-ti

Que me desculpem as Matutanos, Lays, Pala-Pala e Pringles desta vida, mas quando toca a batata frita de pacote, não há mais deliciosas que estas. Desde o nome até - yummy - ao sabor!


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segunda-feira, julho 9

Para a Cozinha



Com a oferta de um ecoponto doméstico pela Tratolixo e a Câmara Municipal de Oeiras, há ainda menos desculpas na Isaltinolândia para não separar, em casa, o lixo doméstico reciclável. Pelo país fora, aliás, são - felizmente - cada vez mais as autarquias que oferecem aos seus munícipes os meios adequados a uma reciclagem doméstica conveniente, cómoda e higiénica. Exemplos para aplaudir.
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sexta-feira, maio 18

Assinar por Lisboa

Tenho sinceramente pena de já não morar em Lisboa, porque não posso votar em Helena Roseta para a CML, nem assinar a sua propositura. Mas posso, pelo menos, ajudar a divulgá-la:



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domingo, abril 1

Noite de Nostalgia



Uma das apostas mais acertadas dos últimos tempos, "sair da toca" para ir, ontem, até à KARNART, para a festa B-80s!
Entre o liceu e as festas de garagem, com uma série de convivas vestidos/as a preceito, do gótico ao neo-romântico, dançou-se dos Cure aos Culture Club, de Lene Lovich a Kim Wilde, dos Madness aos Heaven 17, dos Pet Shop Boys aos Fire Inc., de David Bowie a Billy Idol... sem esquecer as... Doce!...
E fica a certeza de que recordar é, mesmo, (re)viver!
A 28 de Abril há mais uma dose. Perder será pecado.

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terça-feira, fevereiro 13

Bem Achado

Dois cartazes de awereness para comunicar os objectivos da Smartrisk, ONG do Canadá dedicada a combater o risco desnecessário, com a ironia e o jogo de palavras da "stupid line". Isto e muito mais, para conferir aqui.





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segunda-feira, janeiro 1

Lux-ismos


Nunca fui partidário de bloqueios à porta e listas de convidados mais restritivas que cerimónias oficiais do Estado. Cheira-me a elite e conflita com a minha pronunciada costela esquerdalha.
Estatuídos estes pontos prévios, só tenho pois de tirar o chapéu a Manuel Reis, apesar de tudo. Longe de criar uma porta fechada e elitista, o seu objectivo principal foi receber apenas um máximo de 2.500 pessoas, para evitar o acotovelamento de uma casa onde facilmente caberia o dobro, mas na base do "tudo ao molho" e "cabe sempre mais um".
Contra isso, nesta passagem de ano, o Lux levou ao extremo o controlo dos presentes, com convites numerados, pré-confirmações telefónicas em rede, listas personalizadas de nomes e bar aberto apenas ao whiskey patrocinador. Ao mesmo tempo, à porta, colocou o que faltou noutras festas: vários grupos de controlo que "despachavam" de facto as entradas e evitaram, assim, as desmotivantes filas de espera.
Como resultado, conseguiu-se a melhor noite feita por e para pessoas que alguma vez vivi, nos oito anos daquele espaço nocturno. Teenagers praticamente inexistentes, muita gente bem para cima dos 30, formalismos borda fora, homens e mulheres em doses iguais, irreverência sem "carnavalada", liberdade de movimentos e comportamentos, sorrisos rasgados, espaço livre para estar e espaço aberto para dançar.
Melhor ainda, sem a loucura da bebida grátis e dos milhares ao monte, aflitos para sorver o máximo possível de borlas enquanto dura a "mama", os bares tinham a rotação normal de um Sábado.
Muita, muita gente virtualmente divorciada da noite de Lisboa, como eu, teve a ocasião de estar com os seus presentes e rever vários dos seus ausentes. E a vontade, a energia e o prazer, por isso, de ficar em danças e conversas, até ao raiar do dia.
Quem sabe, sabe. E Manuel Reis e o Lux sabem-na toda. Melhor que ninguém.


"Remember, remember, the fifth of November..."